terça-feira, 29 de novembro de 2011

Sobre julgamentos não-superficiais.

Sinceramente, já passei daquela fase onde os critérios básicos de avaliação para a minha aproximação de uma pessoa são seus níveis intelectuais. E acho uma grande besteira desprezar pessoas "comuns" só por elas o serem.
Primeiro, porque é estar se sobrestimando sem qualquer humildade.
Segundo, porque ninguém escolhe onde nasce e como é criado - e pessoas que "pensam mais" deveriam ter essa noção.
Terceiro, porque todo mundo tem um pouco de cultura popular dentro de si, querendo ou não.
Quarto, e por último, porque reclamar/desprezar não muda nada além do status social de quem o faz, que, é claro, agora encontra-se no andar (da elite narcisista - à alguns passos de fascista) intelectual.
Com certeza, olhar pra "mente" das pessoas é importante e, além de ajudar a definir quem elas são, pode sim ser imprescindível na construção de uma amizade. Mas não deve ser o essencial para fazer o julgamento que define se irá permitir uma aproximação ou manter a distância de alguém.
Há algo muito mais importante (e talvez mais complexo) para enxergar-se antes: o coração. Uma mente pode ser construída e desconstruída o tempo todo, enquanto um coração é apenas reflexo da essência de "bondade" do espírito de uma pessoa (e, posteriormente, esse reflexo mesclado ao de experiências pessoais - mais conhecido como impurezas).
É o coração que, somado à uma parte da mente, definirá o caráter de alguém.

E, particularmente, já há alguns anos, tornou-se o que importa pra mim.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Cá.

Amo ali, amo lá. Mas, recentemente, meu coração se decidiu: é cá que quero ficar.
Mesmo que eu ainda não tenha encontrado o meu tão almejado "ambiente seguro".
Quero fazê-lo aqui. Chega de vai e voltas; chega de chegadas, chega de partidas.
Chega do repetitivo constrói e destrói.
Estou passando a amar este lugar e assim quero manter.
Finalmente me fixar. E viver.


~


(Apenas concluindo um assunto inacabado).